VAMOS CONHECER UM POUCO MAIS SOBRE O PRODUTO MAIS CONSUMIDO DO MUNDO.

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Um produto cada vez mais consumido.!

O shampoo é hoje um dos cosméticos mais consumidos. Graças à grande variedade de valores, existem opções para todos os bolsos. Nos Estados Unidos, a cada ano são gastos cerca de US$ 1 bilhão com esses produtos. No mundo inteiro, acredite, US$ 40 bilhões são dispensados para a aquisição de shampoos.

Os fabricantes precisam investir em marketing para divulgar os diferenciais de seus produtos, tendo o seu público-alvo fiel e, talvez, vencendo a concorrência. Não importa quais são os extratos usados para a produção do cosmético, há sempre quem compre e quem divulgue, principalmente quando o shampoo faz a diferença para alguém.

No entanto, alguns consumidores acham que os shampoos não têm muita diferença e continuam sua incessante busca à procura de produtos inovadores para o cuidado dos cabelos. Por isso, as indústrias são estimuladas a criarem cosméticos novos e, principalmente, preocupando-se com o meio ambiente, já que há uma grande demanda por essa postura.

Então vamos lá, vamos falar de quem vende e vende muuuiiitoooo, estamos falando da poderosa Schwarzkopf ou como todos no Brasil conhece a Head & Shoulders é a marca de shampoo mais vendida no mundo. Este shampoo da Procter & Gamble vende cerca de 110 embalagens por minuto, ou 29 milhões de embalagens por ano. 

O shampoo como conhecemos hoje foi criado por Hans Schwarzkopf em Berlim, em 1927, enquanto os americanos ainda usavam sabão em barra para limpar os cabelos. A empresa Procter & Gamble começou a fabricação do produto em larga escala e então surgiu o Drene, o primeiro shampoo sintético na História.

Para que o Drene fizesse sucesso, a P&G investiu em campanhas de marketing agressivas e grandes divulgações em todos os meios de comunicação, o que fez com que as vendas do shampoo estourassem. A marca ficou em circulação até meados de 1970, quando a empresa resolveu investir no tão famoso 2 em 1 Head & Shoulders.

Conhecendo um pouco mais sobre nossos fios e o que usar.!

O PH do couro cabeludo está entre 3.8 e 5.6, e o PH ideal para um shampoo de uso diário está entre 5 e 7.
Se o PH for maior que 7, as cutículas se abrirão mais. É o caso dos shampoos anti-resíduos, que eliminam em maior profundidade os corpos oleosos, restos de queratina, poeiras e cosméticos depositados sobre a haste capilar.
No caso de cabelos danificados ou quimicamente tratados, o PH do shampoo deverá ser ácido.
Nosso shampoo contém geralmente detergentes aniônicos (cargas elétricas negativas) que abrem as escamas da cutícula para a limpeza.
Também é fundamental saber como a água que usamos para a lavagem foi tratada.
Aqui no Brasil é usado o cloro, o que determina que a concentração do tensoativo (detergente) no shampoo seja em torno de 25%. Já na Europa e nos Estados Unidos, onde a água é tratada com cálcio e magnésio, essas concentrações vão de 50 a 75%.

O shampoo deve atender às necessidades específicas de cada indivíduo e, por tanto, vá as compras com todas estas informações.

(Aguardem, pois o próximo post vamos falar mais sobre o PH dos cosméticos e qual o melhor para o seu dia a dia.!! ) 

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H2O Plus, marca americana especializada em cosméticos com ingredientes marinhos, chega no Brasil em outubro

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Em outubro,  desembarca no Brasil a marca de cosméticos americana H2O Plus. Especializada em usar ingredientes marinhos nas fórmulas

“Azul é o novo verde!”, revela Bill Colli, o vice-presidente global de marketing e vendas da americana H2O Plus. Em outubro, a marca especializada em produtos com ingredientes marinhos desembarca no Brasil em quiosques espalhados em cinco shoppings de São Paulo e deve deixar as maníacas por beleza mais felizes. A empresa, planeja estar presente nas 10 maiores capitais do país.

A H2O Plus ficou conhecida nos EUA por ser disponibilizada em todos os hotéis da rede Disney. No Brasil, a ideia é que a marca tenha preços acessíveis e, em relação ao conceito dos produtos, deve competir com o estilo da Clinique e Biotherm. “Mas o diferencial da H2O Plus é o uso exclusivo de matérias-primas vindas do mar!”, explica Colli. Entre os ingredientes, as fórmulas contém, por exemplo, ativos de ervas marinhas, alface do mar e wakame, um tipo de alga.

Colli já avisa que a empresa se preocupa bastante com o meio-ambiente e é bem aceita entre consumidores que procuram marcas engajadas. “O creme hidratante Face Oasis, por exemplo, é livre de óleos minerais e todo à base de água”, diz. “Desde o início da marca, há 21 anos, nunca testamos nada em cobaias, enquanto outra marcas utilizavam animais.”

Em outubro, cerca de 70 produtos para o cuidado do rosto e corpo estarão à venda em quiosques nos shoppings Pátio Higienópolis, Pátio Paulista, Market Place, Morumbi e, no próximo ano, no Shopping Iguatemi. Juliane Rangel, gerente de marketing da marca no Brasil, não descartou a possibilidade de inaugurar lojas físicas no futuro.

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Brasil será o segundo maior mercado de cosméticos

 

Você conhece o mercado que não tem crise.?

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A professora de educação física Elizandra Bittencourt Sotomaior gasta 20% do que ganha com cosméticos, perfumes e maquiagem. Nos últimos anos, a lista de compras da auxiliar administrativa Rosa Alves, por sua vez, passou a ter também cremes que combatem o envelhecimento, delineadores e gloss. A estilista Louise Alves volta do exterior com a mala abarrotada de perfumes e maquiagens, além de comprar cremes manipulados no mercado nacional. As brasileiras nunca compraram tanto produtos de beleza como agora.

Mesmo com a crise econômica no ano passado, essa indústria bateu recorde e cresceu 14,7%, com uma receita de R$ 24,97 bilhões, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos no Brasil (Abihpec). Descontando a inflação no período, o crescimento foi de 11,8%. Para este ano, com a retomada da economia, as empresas esperam um avanço real de até 12% e acreditam que o Brasil tem grandes chances de superar o Japão e se transformar no segundo maior mercado mundial, atrás apenas dos Estados Unidos.

Pela primeira vez, o Brasil se tornou, em 2009, o maior mercado da gigante norte-americana Avon, desbancando a liderança histórica dos Estados Unidos. O Boticário, que tem 2,8 mil lojas no país, aumentou em 20% suas vendas no ano passado e atingiu a receita de R$ 1,25 bilhão. A Natura cresceu 18,6% e encerrou o ano com faturamento líquido de R$ 4,24 bilhões.

No mercado global, o país subiu para a terceira posição em 2007, ao superar a França. Dados da Euromonitor mostram que em 2008 – os números de 2009 ainda não estão disponíveis – o país detinha 8,6% do mercado global. No setor atuam 1,8 mil empresas no país. O Paraná tem o terceiro maior polo produtor, com 155 companhias.